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Tecnologia

Acessória, Web Designer, Designer Gráfico e Game Designer

Designa-se realidade aumentada (RA) ou (AR) a integração de elementos ou informações virtuais a visualizações do mundo real através de uma camera e com o uso de sensores de movimento como giroscópio e acelerômetro. O uso mais popular da realidade aumentada é o entretenimento através dos filtros para fotos em aplicativos móveis de redes sociais e games como o Pokemon Go, porém atualmente a realidade aumentada é utilizada de muitas formas tais como no ensino, design de produtos, ações de marketing ou em treinamento e suporte em plantas industriais. O uso de vídeos transmitidos ao vivo digitalmente processados e “ampliados” pela adição de gráficos criados pelo computador também podem ser considerados como um tipo de realidade aumentada.

Realidade virtual é uma tecnologia de interface entre um usuário e um sistema operacional através de recursos gráficos 3D ou imagens 360º cujo objetivo é criar a sensação de presença em um ambiente virtual diferente do real. Para isso, essa interação é realizada em tempo real, com o uso de técnicas e de equipamentos computacionais que ajudem na ampliação do sentimento de presença do usuário no ambiente virtual. Esta sensação de presença é usualmente referida como imersão. 

Realidade mista ou realidade híbrida é a tecnologia que une características da realidade virtual com a realidade aumentada. Esta insere objetos virtuais no mundo real e permite a interação do usuário com os objetos, produzindo novos ambientes nos quais itens físicos e virtuais coexistem e interagem em tempo real[1]. Existem muitas dúvidas quando se compara a realidade mista com as demais. Na realidade aumentada tem-se a inserção de objetos virtuais no mundo real, porém estes não são imersos como parte desse universo, não podendo, assim, existir uma interação direta do usuário com os objetos virtuais. Já na realidade virtual, o usuário fica imerso em uma interface que representa um ambiente real ou imaginário, podendo interagir com o novo cenário, como se fosse parte de outra realidade.

Desenvolvimento de software para Android é o processo pelo qual um novo aplicativo é criado para o sistema operacional Android. Aplicativos são geralmente desenvolvidos na linguagem de programação Java usando o Android software development kit (SDK), mas outros ambientes de desenvolvimento estão também disponíveis.

Desde julho de 2013, mais de um milhão de aplicativos foram desenvolvidos para Android,[1] com mais de bilhões de downloads.[2][3] Uma pesquisa em Junho indicou que mais de 67% dos desenvolvedores usaram a plataforma, no tempo da publicação.

APPS – iOS

O desenvolvimento de aplicativos para iOS atualmente é limitado a usuários de maquinas Apple, como o iMac, Mac mini e MacBooks.

A ferramenta nativa usada para desenvolvimento de a aplicativos para iOS é o XCode que necessita do MacOS e o simulador de iOS também necessita o MacOS. Há a possibilidade de aluguel virtual de Mac ou ainda a possibilidade de emular um ambiente MacOS. Na Aioria usamos produtos da Apple para o desenvolvimento de apps nativamente.

Por que nativamente? Hoje temos plataformas que suportam desenvolvimento para iOS / Android e outros com apenas 1 código fonte, mas geralmente estas ferramentas deixam a performance do App ruim, apresentando lentidões e não aproveitando todo o potencial da plataforma. Não somos contra o desenvolvimento nessas plataformas, mas não recomendamos em alguns casos.

 

Ludificação, também chamado de Gamificação,[1] é o uso de técnicas[2] de design de jogos que utilizam mecânicas de jogos e pensamentos orientados a jogos para enriquecer contextos diversos normalmente não relacionados a jogos. Tipicamente aplica-se ludificação a processos e aplicações com o objetivo de incentivar as pessoas a adotá-lo ou influenciar a maneira como são usados.

Dentre os objetivos da ludificação podemos destacar: tornar a tecnologia mais atraente,[3] estimular os usuários a se engajarem com comportamentos desejados,[4] mostrar um caminho para o domínio e autonomia, ajudar a resolver problemas sem ser uma distração, e tirar vantagem da predisposição psicológica humana de se engajar em jogos.[5] Esta técnica pode encorajar as pessoas a realizar tarefas que elas normalmente considerariam chatas, como completar questionários, fazer compras, completar formulários de impostos ou leitura de sites. Dados disponíveis de sites, aplicações e processos gamificados indicam potenciais melhoras em áreas como envolvimento dos usuários, retorno sobre investimento, qualidade de dados, prazos ou aprendizagem.[6]